Sei que ano em falta com esse espaço, gostaria de ter escrito uma análise final de Viver a vida e as primeiras impressões de Passione. Sobre a nova novela, ainda vou escrever algo, mas como a trama de Manoel Carlos, graças Deus, já é passado, coloco aqui apenas o depoimento final do capítulo, que foi um dos encerramentos que mais me emocionou nos últimos tempos de telenovelas.
Se você não viu, vale a pena. Se viu, é sempre bom rever...
sábado, 29 de maio de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Escrito nas estrelas
Está escrito nas estrelas que temática espiritual dá Ibope. Pensando nisso, a nova novela das seis foi mais do que encomendada pela Rede Globo. A escritora Elizabeth Jhin, então, teve que estudar o espiritismo para criar sua nova trama e após uma semana, a novela apresenta bons índices, uma média de 25 pontos, mantendo o de sua antecessora, Cama de Gato. O que é visto como bom pelos executivos da emissora.
Com o início das interferências espirituais, essa média tende a crescer. Mas, não é só disso que se sustenta a novela. Na verdade, a autora de Eterna Magia pegou o gancho em outro tema polêmico: inseminação artificial e problemas éticos ligado à ciência genética. Um morto pode se tornar pai? E mais, uma criança pode ser gerada exclusivamente pela vontade de seu avô biológico que quer ter "seu filho de volta?"
Tudo é muito questionável, polêmico e por isso, gera burburinho. O que é sempre bom para uma telenovela. Particularmente, eu não gostei tanto desse mote, mas fiquei satisfeita com a primeira semana apresentada. A história foi se desenvolvendo bem, com alguns pequenos percalços, mas que na média fazem a gente querer continuar acompanhando a trama.
O primeiro capítulo foi forçado em vários aspectos. A forma como Viviane vai parar no hospital, o primeiro embate dela com Daniel, a forma como ela foi incriminada pelo assalto do pai, a carona no carro do moço, o pacto e o acidente. Parece mesmo escrito nas estrelas, não deu tempo nem da gente respirar. E dá para entender que tem alguma coisa de outras vidas, mas, uma viagem já foi o suficiente para o rapaz passar sua existência espiritual cuidando da moça? Pela doutrina há várias questões aí, principalmente a rapidez com que ele se recuperou e já está perambulando pelo planeta: um mês. Mas, não posso dizer que seja impossível, já que era um rapaz de bom coração e teve o resgate imediato. Resta saber como será a condução do outro lado.
Quanto aos que ficam encarnados. A velha trama de mocinha chantageada pelo golpista e duas vilãs inescrupulosas no seu encalço. Aliás, a criatividade foi tanta que a música tema de Beatriz é a mesma de várias outras peruas de novela. Mas, faz parte do gênero, ainda mais no horário em que se encontra. Outra coisa que chama a atenção pela falta de criatividade é a abertura, simplista e sem muito sentido com o tema. Mas, há coisas boas. O núcleo da médium trambiqueira também é bem construído, mas espero que mediunidade e religião não se resumam a isso. Quem sabe agora temos um centro espírita em uma novela? A favela foi bem representada e interessante a questão do temporal e alagamento tão próximos ao desastre no Rio de Janeiro. Ponto positivo para a produção. Continuando nesse ritmo, Escrito nas Estrelas vai uma daquelas tramas boas de se acompanhar. Tomara.
Com o início das interferências espirituais, essa média tende a crescer. Mas, não é só disso que se sustenta a novela. Na verdade, a autora de Eterna Magia pegou o gancho em outro tema polêmico: inseminação artificial e problemas éticos ligado à ciência genética. Um morto pode se tornar pai? E mais, uma criança pode ser gerada exclusivamente pela vontade de seu avô biológico que quer ter "seu filho de volta?"
Tudo é muito questionável, polêmico e por isso, gera burburinho. O que é sempre bom para uma telenovela. Particularmente, eu não gostei tanto desse mote, mas fiquei satisfeita com a primeira semana apresentada. A história foi se desenvolvendo bem, com alguns pequenos percalços, mas que na média fazem a gente querer continuar acompanhando a trama.
O primeiro capítulo foi forçado em vários aspectos. A forma como Viviane vai parar no hospital, o primeiro embate dela com Daniel, a forma como ela foi incriminada pelo assalto do pai, a carona no carro do moço, o pacto e o acidente. Parece mesmo escrito nas estrelas, não deu tempo nem da gente respirar. E dá para entender que tem alguma coisa de outras vidas, mas, uma viagem já foi o suficiente para o rapaz passar sua existência espiritual cuidando da moça? Pela doutrina há várias questões aí, principalmente a rapidez com que ele se recuperou e já está perambulando pelo planeta: um mês. Mas, não posso dizer que seja impossível, já que era um rapaz de bom coração e teve o resgate imediato. Resta saber como será a condução do outro lado.
Quanto aos que ficam encarnados. A velha trama de mocinha chantageada pelo golpista e duas vilãs inescrupulosas no seu encalço. Aliás, a criatividade foi tanta que a música tema de Beatriz é a mesma de várias outras peruas de novela. Mas, faz parte do gênero, ainda mais no horário em que se encontra. Outra coisa que chama a atenção pela falta de criatividade é a abertura, simplista e sem muito sentido com o tema. Mas, há coisas boas. O núcleo da médium trambiqueira também é bem construído, mas espero que mediunidade e religião não se resumam a isso. Quem sabe agora temos um centro espírita em uma novela? A favela foi bem representada e interessante a questão do temporal e alagamento tão próximos ao desastre no Rio de Janeiro. Ponto positivo para a produção. Continuando nesse ritmo, Escrito nas Estrelas vai uma daquelas tramas boas de se acompanhar. Tomara.
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Troféu Imprensa
E no mesmo dia em que a Globo transmitiu seu melhores do ano, Sílvio Santos exibe o Troféu Imprensa 2010. Mais tradicional e englobando todas as emissoras abertas do país, o único problema do prêmio é não ter os participantes ao vivo para o anúncio. Para amenizar, são convidados vencedores dos anos anteriores para pegar seus prêmios. Assim, foi Cauã Raymond que venceu ano passado por sua atuação em A Favorita e reclamou das brincadeiras do dono do baú. Hebe Camargo também compareceu, sendo o ponto emocional da noite, após sua luta contra o câncer.
Comparando com o Melhores do Ano da Globo,algumas diferenças, como Lílian Cabral (sempre excelente) e Tony Ramos, melhor atriz e ator, ou Ivete Sangalo como melhor cantora. Agora, a música continua sendo o hit do Calcinha Preta.
Confira os vencedores:
Ator – Tony Ramos
Atriz – Lilia Cabral
Novela – Caminho das Índias (Globo)
Música – Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto de Você
Cantor – Roberto Carlos
Cantora – Ivete Sangalo
Programa jornalístico – Profissão Repórter (Globo)
Humorístico – Pânico e CQC (empate)
Revelação – Mateus Solano
Banda – NX Zero e Skank (empate)
Programa infantil – Bom Dia & Cia (SBT)
Apresentador – Rodrigo Faro (Record)
Apresentadora – Eliana (SBT)
Telejornal – Jornal Nacional (Globo)
Programa de entrevista – Marília Gabriela Entrevista (GNT) e Altas Horas (Globo)
Comparando com o Melhores do Ano da Globo,algumas diferenças, como Lílian Cabral (sempre excelente) e Tony Ramos, melhor atriz e ator, ou Ivete Sangalo como melhor cantora. Agora, a música continua sendo o hit do Calcinha Preta.
Confira os vencedores:
Ator – Tony Ramos
Atriz – Lilia Cabral
Novela – Caminho das Índias (Globo)
Música – Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto de Você
Cantor – Roberto Carlos
Cantora – Ivete Sangalo
Programa jornalístico – Profissão Repórter (Globo)
Humorístico – Pânico e CQC (empate)
Revelação – Mateus Solano
Banda – NX Zero e Skank (empate)
Programa infantil – Bom Dia & Cia (SBT)
Apresentador – Rodrigo Faro (Record)
Apresentadora – Eliana (SBT)
Telejornal – Jornal Nacional (Globo)
Programa de entrevista – Marília Gabriela Entrevista (GNT) e Altas Horas (Globo)
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domingo, 28 de março de 2010
Melhores do ano
O melhores do ano da Rede Globo não chega a ser algo tão fiel, já que a emissora, ao contrário do Troféu Imprensa não admite concorrentes de outras emissoras. Ainda assim, o prêmio tem se firmado na televisão brasileira e hoje teve o resultado dos melhores de 2009. Dizem que a voz do povo é a voz de Deus, mas fico preocupada quando vejo coisas como "você não vale nada, mas eu gosto de você" ser escolhida como melhor música do ano. Nada contra o forró do Calcinha Preta, mas... Deixa pra lá.
Gostei da eleição de Adriana Birolli e Mateus Solano, como atriz e ator revelação. Além de Alinne Moraes e Dira Paes como melhor atriz e atriz coadjuvante. César Cielo também não tinha como perder o melhor esportista, após record e título mundial. O resto, não concordo muito, mas não deixo de reparar o fato de que um padre levou prêmio de melhor cantor.
Confira a lista:
Ator/Atriz mirim – Klara Castanho
Jornalista – William Bonner
Cantor – Padre Fábio de Melo
Comediante - Katiuscia Canoro
Ator Coadjuvante – Bruno Gagliasso
Grupo/Banda ou Dupla – Victor e Léo
Esportista - César Cielo
Atriz Revelação – Adriana Birolli
Cantora - Claudia Leitte
Ator Revelação – Mateus Solano
Atriz Coadjuvante – Dira Paes
Revelação Musical – Luan Santana
Atriz – Alinne Moraes
Ator – Eriberto Leão
Música do ano – “Você não vale nada” (Calcinha Preta)
Gostei da eleição de Adriana Birolli e Mateus Solano, como atriz e ator revelação. Além de Alinne Moraes e Dira Paes como melhor atriz e atriz coadjuvante. César Cielo também não tinha como perder o melhor esportista, após record e título mundial. O resto, não concordo muito, mas não deixo de reparar o fato de que um padre levou prêmio de melhor cantor.
Confira a lista:
Ator/Atriz mirim – Klara Castanho
Jornalista – William Bonner
Cantor – Padre Fábio de Melo
Comediante - Katiuscia Canoro
Ator Coadjuvante – Bruno Gagliasso
Grupo/Banda ou Dupla – Victor e Léo
Esportista - César Cielo
Atriz Revelação – Adriana Birolli
Cantora - Claudia Leitte
Ator Revelação – Mateus Solano
Atriz Coadjuvante – Dira Paes
Revelação Musical – Luan Santana
Atriz – Alinne Moraes
Ator – Eriberto Leão
Música do ano – “Você não vale nada” (Calcinha Preta)
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quarta-feira, 17 de março de 2010
Qual o problema de Helena?
Goste ou não de Viver a vida, todos devem concordar com uma coisa, a Helena de Taís Araujo é a mais apagada das personagens símbolo de Manoel Carlos. Ouvi uma pessoa dizer que era porque ela não tinha defeito e por isso era chata. Discordo. Antes de mais nada é bom que fique claro: todas as Helenas de Manoel Carlos têm defeitos (Taís Araujo não é diferente) e todas são chatas, não há como não serem com todo aquele discurso moralista. O autor defende que elas erram por amor e por isso, é justificável. Ainda assim, são chatas. Aos que não se lembram, são elas:
Lílian Lemmertz em Baila Comigo (representada na foto pela filha Júlia Lemmertz)
Maitê Proença em Felicidade
Regina Duarte em História de Amor
Regina Duarte em Por Amor
Vera Fisher em Laços de Família
Christiane Torloni em Mulheres Apaixonadas
Regina Duarte em Páginas da Vida
E finalmente, Taís Araújo em Viver a Vida.
Voltando a Helena atual, a moça tem defeitos e muitos. Fez um aborto no passado para não perder um emprego. Mente e traí o marido. É moralista com a irmã (mulher de um traficante), mas age muitas vezes de forma menos ética. Ao mesmo tempo fica se culpando por um acidente com a enteada e é capaz de se humilhar ajoelhando-se na frente da mãe desta pedindo perdão. Preocupa-se com todos e faz de tudo para ajudá-los, mas isso é uma característica clássica de todas as Helenas. Então, porque esta Helena não está funcionando sendo quase uma figurante em sua própria novela?
Meu palpite mais claro é que ela não tem objetivo. Simplesmente sua existência não tem muito sentido. Qual é a grande questão que o espectador espera ser resolvida? A moça começou a novela como uma modelo famosa. Conheceu um homem mais velho, pai de sua rival nas passarelas. Casou-se rapdamente e teve uma lua de mel linda em Paris. Volta, o cara é machista e não quer que ela continue a carreira. Ela resolve largar a profissão, mas vai para um último desfile no exterior. Volta grávida e com a enteada tetraplégica. O marido a culpa, eles se separam, ela perde o bebê, os dois reatam, mas o casamento não é mais o mesmo. Ela já está interessada em um rapaz que conheceu na última viagem, mas, sabe-se lá por que, apesar de não conseguir mais uma boa relação com o marido, ela fica se infringindo um sofrimento que não tem sentido. Então, fica a pergunta: O que Helena quer, afinal? Qual o seu objetivo de vida? Qual a jornada que nossa heroína tem que percorrer e pela qual temos que torcer? Tudo em sua vida parece vazio, sem sentido. Como torcer e se identificar por alguém assim?
Por isso, Luciana ganhou tanto espaço. É muito mais fácil torcer e se emocionar por uma moça bonita presa a uma cadeira de rodas. Uma garota mimada que após o acidente teve que reaprender a viver e ainda conta com a ajuda de seu príncipe encantado, Miguel, para ajudá-la. A cena da declaração dos dois foi o ápice do clássico melodramático. A cena mais esperada da novela. Parece que Maneco não se tocou para esse pequeno detalhe ao construir sua Helena jovem. Se Luciana fosse a Helena, quem sabe...
Lílian Lemmertz em Baila Comigo (representada na foto pela filha Júlia Lemmertz)
Maitê Proença em Felicidade
Regina Duarte em História de Amor
Regina Duarte em Por Amor
Vera Fisher em Laços de Família
Christiane Torloni em Mulheres Apaixonadas
Regina Duarte em Páginas da Vida
E finalmente, Taís Araújo em Viver a Vida.
Voltando a Helena atual, a moça tem defeitos e muitos. Fez um aborto no passado para não perder um emprego. Mente e traí o marido. É moralista com a irmã (mulher de um traficante), mas age muitas vezes de forma menos ética. Ao mesmo tempo fica se culpando por um acidente com a enteada e é capaz de se humilhar ajoelhando-se na frente da mãe desta pedindo perdão. Preocupa-se com todos e faz de tudo para ajudá-los, mas isso é uma característica clássica de todas as Helenas. Então, porque esta Helena não está funcionando sendo quase uma figurante em sua própria novela?
Meu palpite mais claro é que ela não tem objetivo. Simplesmente sua existência não tem muito sentido. Qual é a grande questão que o espectador espera ser resolvida? A moça começou a novela como uma modelo famosa. Conheceu um homem mais velho, pai de sua rival nas passarelas. Casou-se rapdamente e teve uma lua de mel linda em Paris. Volta, o cara é machista e não quer que ela continue a carreira. Ela resolve largar a profissão, mas vai para um último desfile no exterior. Volta grávida e com a enteada tetraplégica. O marido a culpa, eles se separam, ela perde o bebê, os dois reatam, mas o casamento não é mais o mesmo. Ela já está interessada em um rapaz que conheceu na última viagem, mas, sabe-se lá por que, apesar de não conseguir mais uma boa relação com o marido, ela fica se infringindo um sofrimento que não tem sentido. Então, fica a pergunta: O que Helena quer, afinal? Qual o seu objetivo de vida? Qual a jornada que nossa heroína tem que percorrer e pela qual temos que torcer? Tudo em sua vida parece vazio, sem sentido. Como torcer e se identificar por alguém assim?
Por isso, Luciana ganhou tanto espaço. É muito mais fácil torcer e se emocionar por uma moça bonita presa a uma cadeira de rodas. Uma garota mimada que após o acidente teve que reaprender a viver e ainda conta com a ajuda de seu príncipe encantado, Miguel, para ajudá-la. A cena da declaração dos dois foi o ápice do clássico melodramático. A cena mais esperada da novela. Parece que Maneco não se tocou para esse pequeno detalhe ao construir sua Helena jovem. Se Luciana fosse a Helena, quem sabe...
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
O Blog de Luciana
Para quem ainda não conhece, o blog de Luciana, personagem de Viver a Vida, existe mesmo, confiram. É mais uma ação da Rede Globo para interação novela e internet, apesar de ainda tímida, já que uma coisa pouco interfere na outra, é sempre bom destacar essas novas possibilidades. E o blog de Luciana ainda tem um atrativo a mais que é ser um espaço de desabafo e esperanças para pessoas que estão na mesma situação que a personagem.
Um comentário mesmo diz: "Olá Luciana! Sou de Portugal e tenho um filho de 9 anos, o João, com parelisia cerebral por ter nascido prematuro e emociono-me muito a ver sua recuperação. Os medicos também não me davam esperança de o João um dia vir andar e hoje ele já anda. Tem sido uma grande caminhada, mas tem valido apena, só assim conseguimos dar valor às coisas pequenas da vida. Seja feliz. Beijinhos. Sandra." Outro afirma: "Ola Luciana , você esta sendo estimulo por muitas pessoas, vejo muitos cadeirantes que estão se espelhando em você, eu sou artesã e vejo que a profissão e o modo de você ser não é o que importa e sim o que você carrega por dentro e ninguem ver se você não demonstrar. Continue sempre sendo esse amor de pessoa e exemplo de determinação.Beijinhos". Esses são apenas alguns exemplos, o blog está repleto deles.
Este lado do merchandising social das novelas de Manoel Carlos sempre foram um ponto positivo. Há quem não goste desse estilo de crônica cotidiana, mas é sempre válido.
Um comentário mesmo diz: "Olá Luciana! Sou de Portugal e tenho um filho de 9 anos, o João, com parelisia cerebral por ter nascido prematuro e emociono-me muito a ver sua recuperação. Os medicos também não me davam esperança de o João um dia vir andar e hoje ele já anda. Tem sido uma grande caminhada, mas tem valido apena, só assim conseguimos dar valor às coisas pequenas da vida. Seja feliz. Beijinhos. Sandra." Outro afirma: "Ola Luciana , você esta sendo estimulo por muitas pessoas, vejo muitos cadeirantes que estão se espelhando em você, eu sou artesã e vejo que a profissão e o modo de você ser não é o que importa e sim o que você carrega por dentro e ninguem ver se você não demonstrar. Continue sempre sendo esse amor de pessoa e exemplo de determinação.Beijinhos". Esses são apenas alguns exemplos, o blog está repleto deles.
Este lado do merchandising social das novelas de Manoel Carlos sempre foram um ponto positivo. Há quem não goste desse estilo de crônica cotidiana, mas é sempre válido.
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sábado, 6 de fevereiro de 2010
Zé Mayer - Haja testosterona
Essa semana Zé Mayer atacou mais uma vez de garanhão sedutor em uma telenovela. É impressionante que por mais que tente mudar de rumo, interpretando papéis como o hippie de A Favorita, ele sempre volta para este lugar comum. Engraçado perceber também que o seu tipo físico não se assemelha em nada a de um galã padrão. Magro, sem grande atributos físicos, simples, com rosto comum. De onde vem tanta testosterona e sexy-apeall?
Zé Mayer começou na Rede Globo na novela Guerra dos Sexos, e nela já havia indícios de onde há fumaça, há fogo. Ele fazia Ulisses, um lutador de boxe, pacato, apaixonado pela vilã Carolinha (Lucélia Santos) e sem muitos atrativos. Até que no meio da novela, Ulisses se envolve com Vânia, personagem de Maria Zilda. O romance dos dois pegava fogo, com uma música latina caliente e muita sensualidade em cena. Pra completar, ele termina a novela com Luciene, uma moça simples da vila. Ou seja, em sua primeira novela, Zé Mayer já pegou três mulheres. Vem, então, personagens mais pacatos em Partido Alto, Selva de Pedra, A Gata Comeu e Hipertensão, até que em 88 ele faz Fernando Flores em Fera Radical, seu primeiro galã e protagonista.
Fernando era um homem correto, apaixonado por Marília (Carla Camurati), um fazendeiro sempre em seu cavalo e com seu chapéu. Sua sobrinha Ana(Cláudia Abreu) era apaixonada pelo tio sensual e, claro, ele se envolve com Cláudia, a protagonista vivida por Malu Mader que, a princípio, era quase sua inimiga. Com o sucesso, Zé Mayer pulou no ano seguinte para um papel de destaque na novela das oito, papel este que eternizou de vez sua fama de garanhão. Osnar da novela Tieta era conhecido por seus dotes sexuais e seu jeito com mulheres. O rei da casa da luz vermelha, não havia mulher que passasse impune em Santa do Agreste. Nem mesmo a própria Tieta.
A partir daí, o papel de galã garanhão não mais largou o ator. Tanto que virou chacota na internet com o Zé Mayer Facs. Ele teve diversos papéis no estilo e várias mulheres passaram por suas mãos. O personagem mais caricato nesse sentido foi Pedro Marcondes Mendes em Laços de Família, sua relação com a veterinária vivida por Helena Ranaldi era quase animal, sem falar da vilã Íris (Débora Secco), com quem ficou no final.
Zé Mayer já pegou a maioria das grande mulheres da televisão Vera Fisher, Christiane Torloni, Regina Duarte, Helena Ranaldi, Sílvia Pfeiffer, Adriana Esteves, Malu Mader, Carla Camurati, Maria Zilda, Lucélia Santos, Patrícia Pilar, Suzana Vieira, Natália do Vale, Danielle Winits , Bety Faria, Luiza Tomé, Taís Araujo e Giovana Antonelli só para citar parte da lista. Com tanto fôlego assim, não é de se admirar que tenha tanta piada com seu nome. Mas, que ele faz bem esse papel de cafajeste, até que faz. Não é mesmo?
Zé Mayer começou na Rede Globo na novela Guerra dos Sexos, e nela já havia indícios de onde há fumaça, há fogo. Ele fazia Ulisses, um lutador de boxe, pacato, apaixonado pela vilã Carolinha (Lucélia Santos) e sem muitos atrativos. Até que no meio da novela, Ulisses se envolve com Vânia, personagem de Maria Zilda. O romance dos dois pegava fogo, com uma música latina caliente e muita sensualidade em cena. Pra completar, ele termina a novela com Luciene, uma moça simples da vila. Ou seja, em sua primeira novela, Zé Mayer já pegou três mulheres. Vem, então, personagens mais pacatos em Partido Alto, Selva de Pedra, A Gata Comeu e Hipertensão, até que em 88 ele faz Fernando Flores em Fera Radical, seu primeiro galã e protagonista.
Fernando era um homem correto, apaixonado por Marília (Carla Camurati), um fazendeiro sempre em seu cavalo e com seu chapéu. Sua sobrinha Ana(Cláudia Abreu) era apaixonada pelo tio sensual e, claro, ele se envolve com Cláudia, a protagonista vivida por Malu Mader que, a princípio, era quase sua inimiga. Com o sucesso, Zé Mayer pulou no ano seguinte para um papel de destaque na novela das oito, papel este que eternizou de vez sua fama de garanhão. Osnar da novela Tieta era conhecido por seus dotes sexuais e seu jeito com mulheres. O rei da casa da luz vermelha, não havia mulher que passasse impune em Santa do Agreste. Nem mesmo a própria Tieta.
A partir daí, o papel de galã garanhão não mais largou o ator. Tanto que virou chacota na internet com o Zé Mayer Facs. Ele teve diversos papéis no estilo e várias mulheres passaram por suas mãos. O personagem mais caricato nesse sentido foi Pedro Marcondes Mendes em Laços de Família, sua relação com a veterinária vivida por Helena Ranaldi era quase animal, sem falar da vilã Íris (Débora Secco), com quem ficou no final.
Zé Mayer já pegou a maioria das grande mulheres da televisão Vera Fisher, Christiane Torloni, Regina Duarte, Helena Ranaldi, Sílvia Pfeiffer, Adriana Esteves, Malu Mader, Carla Camurati, Maria Zilda, Lucélia Santos, Patrícia Pilar, Suzana Vieira, Natália do Vale, Danielle Winits , Bety Faria, Luiza Tomé, Taís Araujo e Giovana Antonelli só para citar parte da lista. Com tanto fôlego assim, não é de se admirar que tenha tanta piada com seu nome. Mas, que ele faz bem esse papel de cafajeste, até que faz. Não é mesmo?
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