
Uma surpresa, já que a atriz sempre ficou em segundo plano na Globo, mas uma ótima notícia, uma oportunidade desta mostrar o seu talento. Mesmo não sendo a protagonista, é uma personagem de destaque. Maria Padilha começou na televisão na novela Água Viva de Gilberto Braga, autor com quem trabalhou também em O Dono do Mundo, Anos Rebeldes, Labirinto e Paraíso Tropical, nesta última uma participação quase apagada como uma reporter intrometida. Seu papel de maior destaque foi mesmo a Hilda de Mulheres Apaixonadas (Manoel Carlos), personagem que vivia o drama do câncer de mama.
Em seu blog, Aguinaldo Silva revela: "Sempre quis trabalhar com Maria Padilha, mulher classudérrima e atriz refinada, mas nunca tive chance. Morria de inveja de vê-la a brilhar nas novelas do Gebê – Gilberto Braga para os íntimos -, pois percebia que ela era uma das raras atriz brasileiras que sabiam como descer uma escadaria".
Só espera-se que a dança das cadeiras termine por aqui e a minissérie seja tão boa quanto suas polêmicas. Se depender da briga de egos, ela estará sempre na mídia.
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